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Storytelling: Uma jornada Viciante



Por +Klever Schneider 
Na semana passada falamos sobre a Importância de Compartilharmos um pouco do conhecimento que adquirimos nessa jornada tecnológica. Destacamos que nosso mundo, certamente, caminha para isso.

 As Tecnologias seguem em direção a algo maior do que dividirmos fotos daquela comidinha exótica, mensagens motivacionais ou closes fechados em nossos lábios. Tudo é válido, mas iremos além!
Hoje vamos falar sobre Storytelling. Ela está presente diariamente em nossas vidas. A gente nem percebe. Aquele comercial marcante ou aquele filme que não deixa tirarmos os olhos da tela, certamente usa um pouquinho dele. Essa técnica é usada para falar ao coração das pessoas, são aquelas histórias que nos motivam a agir. 


Segundo Fernando Palacios, um dos precursores a falar sobre o tema para o Marketing, Business e Branding em terras Tupiniquins. Story significa história. É a parte abstrata do conteúdo. Cada pessoa carrega em si uma versão diferente da história. Telling se refere ao ato de narrar e, mais especificamente, às narrativas. "Na prática, storytelling é a forma mais primitiva e, ainda hoje, a mais sofisticada de transmitir uma mensagem”. 

Semana passada  falamos em Compartilhar, hoje, Storytelling. E o que uma coisa tem a ver com a outra?
Simples! Gostamos de contar histórias, Compartilhar nossas novidades, somos muitas vezes um livro aberto, mas ao mesmo tempo, temos curiosidade em descobrir segredos de quem é um livro fechado. Gostamos também de ouvir piadas bem contadas.
Não há como negar, que hoje nossas escolhas estão diretamente ligadas às experiências, aos desejos e nossas emoções. Buscamos satisfação e prazer em nossa jornada. Tentamos encontrar a Felicidade de todas as maneiras. Porque baixar este Aplicativo e não o outro, porque este tablete ou o celular de determinada marca e não a outra. Certamente, antes da Escolha, lemos, ouvimos e tentamos ver vemos tudo o que for possível antes da tomada de decisão. É aí que as boas histórias entram. Pense agora porque optamos por determinada marca e não a outra. Quais comerciais gostamos? O que mexe nossas emoções? O que nos faz compartilhar em nossas redes sociais?
A parte que mais curto nos sites e portais é os comentários. Nos embates, cada um conta sua experiência, suas alegrias ou frustrações, mas sempre queremos convencer alguém de algo ou alguma coisa. Uns fazem parte da turma light, outros mais brucutus, tem a turma do deixa disso, mas todos tem em comum uma coisa: Convencer! E nesse enredo, a melhor forma de convencimento é a que leva a melhor.

A revista HSM Management deu destaque a um estudo que consultoria Latitude realizou em 2012. A pesquisa  questionou o que os usuários esperam das narrativas e como gostariam de experimentá-las. Chamado de The Future of Storytelling, o estudo identificou vários pontos. Entre eles, que no futuro, escritores/narradores/etc precisarão criar experiências às pessoas.  Essa ação deve fazer com que ele mergulhe no conteúdo em várias mídias contemplando assim, múltiplos sentidos. As histórias devem permitir à pessoa que faça parte da narrativa, interagindo com ela.

Alguém já percebeu alguns ensaios disso? Já começamos a perceber isso em games, filmes e na publicidade. Nós já somos tradados de outra maneira. Lembrem-se: Boas histórias criam conexões emocionais a quem ela é dirigida. Estamos mais cautelosos, mais exigentes e sim, queremos fazer parte das transformações.

A Rede Social Beta é um exemplo disso. Aqui trocamos ideias, falamos sobre as novidades tecnológicas e vamos criando um grande diário virtual, uma narrativa. Não nos conhecemos pessoalmente, mas já trocamos ideias, através de nossas experiências. Concordamos, discordamos, aplaudimos e ficamos ansiosos com a próxima novidade.

É isso! Este assunto dá pano pra manga. Estou no início da caminhada neste assunto, mas estou cada vez mais apaixonado. Este tema não pode terminar antes de assistirmos boas histórias.
AGORA

Veja como marcas ou outras iniciativas estão se valendo de Boas Histórias. Confiram Vídeos para mergulhar no que destacamos até agora. Reservem um tempo. Vale a pena! 

Aqui não há adultos. Crianças enfretam sozinhas os problemas no México, como roubo, corrupção, sequestro, poluição e tráfico na cidade. ''Se este é o futuro que me espera. Não quero" Faça uma comparação com o Brasil!.




E se você só tivesse 17 minutos de vida. O que faria? Um idoso em um hospital mostrou o que faria. Comercial de um gerenciador de projetos.




O que faz sua vida valer a pena? Pensem nisso! Comercial de uma das maiores empresa de vinhos da América Latina



Aqui fala sobre Gentileza.  Ã‹ fantástico, e já tem mais de 14 milhões de visualizações. Comercial tailandês de uma empresa de telecomunicações.

''Cliques não são tudo'', diz Facebook




O Facebook, preocupado com as dúvidas quanto à eficiência da publicidade em redes sociais, está se preparando para divulgar dados rebatendo os críticos e demonstrando que os "cliques", atual indicador, só contam metade da história.

A maior companhia mundial de redes sociais, que sofreu embaraços dias antes de sua oferta pública inicial de ações quando a General Motors anunciou que suspenderia toda a publicidade paga no site, argumentará que os anunciantes maiores deveriam deixar de lado sua obsessão com o número de cliques e se concentrar em técnicas publicitárias mais efetivas.

Menos de 1% das vendas vinculadas a campanhas de publicidade de marca no Facebook vêm de pessoas que clicaram em um anúncio, de acordo com novo estudo que a companhia conduziu em parceria com a Datalogix, uma companhia.
"Terminamos por viver em um mundo no qual o clique reina", disse o diretor de mensuração e percepções do Facebook, Brad Smallwood, que apresentará algumas das conclusões da companhia em uma das maiores conferências do setor publicitário nesta segunda-feira, em Nova York.

Embora criar anúncios que atraiam cliques faça sentido para certos tipos de empresa --como as companhias de comércio eletrônico que tentam obter vendas online imediatas--, cliques não são relevantes para os anunciantes de marcas, segundo Smallwood.

Por meio da parceria com a Datalogix, o Facebook afirma que agora pode oferecer dados aos anunciantes de marcas sobre vendas reais em lojas geradas por campanhas publicitárias no Facebook --uma informação mais útil que o número total de cliques.

A Datalogix acompanha a relação entre os anúncios no Facebook e os gastos no comércio físico pela compilação de informações de consumidores no varejo e comparação com os dados sobre visitas a anúncios no site.

O esforço do Facebook para oferecer maior retorno aos anunciantes surge em meio à desaceleração de seu crescimento de receita, e a efetividade de seus anúncios continua a ser questão fortemente debatida.

O Facebook, cujas ações mostravam queda de 43% no final do terceiro trimestre ante o preço inicial de estreia, em maio, apresentou diversos novos recursos de publicidade nos últimos meses, entre os quais, os primeiros anúncios concebidos especialmente para smartphones.


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