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Mark Zuckerberg revela que privacidade foi o motivo do racha com o Google


Durante o evento de lançamento do motor de buscas do Facebook, o Graph Search, Mark Zuckerberg quebrou o protocolo e revelou o real motivo do racha entre Google e Facebook: a privacidade dos usuários. A falta de acordo entre as duas companhias fez com que a rede social fechasse negócio com a Microsoft para o uso de sua ferramenta de buscas, o Bing, em 2010. As informações são do The Guardian.
Zuckerberg afirmou que o Google não estava muito disposto a mudar algumas linhas do seu algoritmo de busca que permitissem que uma foto ou postagem removida pelo usuário do Facebook também fosse excluída do sistema de buscas, garantindo aos usuários mais privacidade e controle sobre o que publicam e o que removem de seus perfis.
“Estou tentando pensar se é sensato falar sobre isso”, afirmou o executivo quando lhe perguntaram sobre o caso Facebook-Google. “Creio que o principal seja que, quando um pessoa compartilha alguma coisa no Facebook, queremos dar a ela não só a capacidade de transmitir alguma coisa mas a de mudar suas definições de privacidade mais tarde e remover este conteúdo. Isso requer uma atualização incrivelmente rápida… Precisamos que o conteúdo desapareça imediatamente…É preciso infraestrutura que garanta essa capacidade, o que requer muita dedicação da parte do parceiro”.
Mark Zuckerberg durante evento de lançamento da Graph Search

Mark Zuckerberg afirmou que a Microsoft estava mais disposta a atender às solicitações do Facebook e que o sistema de buscas do Google funciona perfeitamente para eles e para os seus serviços. “O Google tem um sistema que funciona realmente bem para eles, sobre a forma pela qual tratam as informações em toda companhia, e acredito que o nosso sistema seja diferente nas maneiras pelas quais as pessoas compartilham informações e por querer lhes oferecer flexibilidade retroativa… esse foi o maior obstáculo”, explicou ele.
Especialistas afirmam que a situação revelada pelo fundador da rede social não está diretamente ligada ao lançamento da Graph Search, e sim de antigas disputas entre Facebook e Google quanto à propriedade intelectual de dados pessoais publicados em sites sociais e quando do lançamento do Google+. A gigante da Web, por sua vez, se recusa a comentar a informação e detalhes sobre o fim da parceria entre as duas companhias.

Fonte: CanalTechBr

Instagram perde usuários com as novas regras




A polêmica em torno das novas regras de privacidade e compartilhamento de fotos no Instagram acabou gerando um resultado nada positivo para o serviço. De acordo com informações do site AppData, a rede social perdeu 25% dos seus usuários ativos após implantar seus novos termos, mesmo após ter explicado o caso e se desculpado por possíveis más interpretações do texto.


Famoso por medir o tráfego de grandes sites, o AppData monitora esta frequência dos acessos ao Instagram constantemente, baseando-se na interação da rede social com a API do Facebook. Segundo os dados do rastreamento da página, o número de usuários únicos por dia no Instagram caiu de 16,4 milhões para 12,4 milhões entre os dias 17 - quando as mudanças nos termos do site foram anunciadas - e 27 de dezembro.

Agora, em 2013, o número de usuários diários da rede social de compartilhamento de fotos que se tornou mania nos dois últimos anos, segue em queda livre. Nesta quinta-feira (03/01), por exemplo, o AppData registra somente 10 milhões de usuários ativos. Ou seja, as justificativas da empresa - após as acusações de que a rede social iria vender as fotos de seus usuários - não agradaram muito os consumidores.

No entanto, o posto de aplicativo com mais usuários em geral do Facebook segue sendo ainda do Instagram, com 45 milhões de usuários. No geral, o app tem mais de 100 milhões de pessoas cadastradas, segundo declaração de Mark Zuckeberg, presidente do Facebook, que adquiriu o Instagram em 2012.

Notícia original retirada de: TechTudo, por Thiago Barros
Via App Data 

Facebook: novas formas de controlar sua privacidade chegam a rede social


Facebook anunciou nessa quarta-feira (12) uma série de mudanças que visam melhorar a usabilidade dos seus controles de privacidade. A rede social redesenhou seu registro de atividades e incluiu um processo de permissões com duas etapas. Além de outras alterações e melhorias na ferramenta de exclusão de fotos e um recurso para aprimorar a educação do usuário no site.




A rede social de Zuckerberg tem oferecido alguns dos controles de privacidade mais robustos da web. Mas por conta da sua grande abrangência, as ferramentas precisam aparecer de forma clara e intuitiva para seus bilhões de usuários. As novidades apresentadas hoje objetivam simplificar o sistema e proporcionar mais controle sobre o conteúdo compartilhado no site. Elas contam com uma linguagem mais simples, menos opções escondidas sob menus e procedimentos mais rápidos para acesso de informações na linha do tempo.
De acordo com o Facebook, as atualizações que irão acontecer ao longo das próximas semanas são:
Registro de Atividade
O Facebook redesenhou a ferramenta de registro de atividade, que foi introduzida juntamente com a linha do tempo no ano passado. Ela é uma seção localizada no perfi que exibe uma visão detalhada de cada ação de um usuário, seja no Facebook ou com aplicativos integrados à rede social. A partir de agora, os filtros são mostrados na coluna esquerda com mais destaque. Assim, os usuários poderão perceber mais claramente a existência dessa funcionalidade. Além disso, novas maneiras de classificar as informações foram adotadas, incluindo uma maneira de ver todas as fotos públicas nas quais o usuário foi marcado. Será mais fácil também apagar ou alterar a configuração de privacidade de uma publicação.
Permissões para Apps
Com as inúmeras opções de aplicativos integrados com o Facebook, o processo de permissão de apps é fundamental para segurança dos usuários. Foram relatados muitos casos de experiências negativas no que diz respeito a aplicativos e segurança da informação. O novo sistema de permissão separa a autorização entre “ler” e “escrever”. Isso significa que a partir de agora, o programa irá perguntar primeiro se pode acessar o perfil público do usuário – lista de amigos, endereço de e-mail ou qualquer outra informação adicional – para, caso seja aceito, enviar outra pergunta sobre permissão para publicar pelo usuário e fazer publicações em seu nome.
Anteriormente o processo era de autenticação única. Entretanto com as mudanças, os usuários podem aceitar que o aplicativo acesse as informações básicas deles e rejeitar o compartilhamento do que está sendo feito dentro do app.
Pedido e Ferramenta de remoção
O novo recurso permite que várias fotos sejam desmarcadas de uma vez e que pedidos de remoção de fotos sejam enviados para os amigos. Assim, caso haja alguma foto não-desejada, o usuário pode sutilmente pedir sua exclusão.
Atalhos de privacidade
Os atalhos criados servem para ajudar os usuários em três aspectos: “Quem pode ver minhas coisas?”, “Quem pode entrar em contato comigo?” e “Como posso impedir que alguém me incomode?”.
São seções na barra de ferramenta superior de fácil acesso que oferecem suporte em algum desses três casos. Anteriormente era preciso navegar por vários menus e seções diferentes para encontrar esse tipo de informação. A nova maneira busca ser menos sobrecarregada pelas configurações de privacidade da rede social.
Educação
O Facebook acrescentou mais informações e contextualizou os produtos para que os usuários se conscientizem sobre o que compartilham. Assim, fica mais fácil se proteger e adotar medidas certas para proteger sua privacidade.
Via: Gisele Goes para TechTudo | Via Insider Facebook