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O lance é Compartilhar: o poder está em nossas mãos




Infinitas redes sociais e tecnologia nos surpreendem a cada dia. Gadgets que todos queremos e uma enxurrada de informações na Internet.  Todos querem estar por dentro de tudo, mas nem sempre isso é possível.

O que está por vir? Sempre me pergunto todos os dias. Quando dominamos uma ferramenta ou um produto novo, quando conquistamos aquele objeto de desejo, surgem outras coisas que nos fazem mais uma vez correr atrás daquilo que ainda não temos.

A reflexão que faço agora é:  O que estamos fazendo com tudo o que sabemos ou possuímos? Compartilhamos ou guardamos para usufruirmos a sós. Ou será que compramos para nos exibirmos? Ou quem sabe, tudo isso faz parte de uma estratégia para pertencermos ou sermos reconhecidos em grupos específicos.

Acredito  que um novo momento está por vir. Uma era onde o Compartilhar é que é ser cool.  Ao compartilhar algo, você começa a fazer parte de uma nova história. Talvez o que transmite, faça sentido a outras pessoas que nem tenha imaginado. Talvez o que você compartilhe possa transformar algo ou alguém. Quem já nasceu e vive nessa era tecnológica abundante tem a chance de mudar o egoísmo que insiste em permanecer. O poder está nas suas mãos, nas nossas. 

Depois da explosão das redes sociais (aqui no Brasil elas sempre bombam) acredito num novo caminho. Estaremos mais perto de quem gostamos e dos quais compartilhamos as mesmas ideias. Vamos nos preocupar mais ainda com a privacidade, e afinal, não basta  apenas estar nas redes, é preciso estar junto as pessoas que confiamos, não é mesmo?

A queda do número de jovens no Facebook já mostra um pouco isso. Nos Estados Unidos, a vibe da vez são as trocas de mensagens em aplicativos como o WeChatSnaptchat, Skype, Whatsapp, postagens no criativo Tumblr e compartilhamento de fotos no Instagram. Porque parece ser essencial que todos saibam o que você está comendo.

Não bastam termos tantos produtos em nossas mãos. Temos que saber usá-los, e de uma forma inteligente.

Hoje começo a colaborar com os amigos do Rede Social Beta. E por falar em Nascimento, compartilho este vídeo que marcou essa semana.  Os gêmeos  que nasceram e não perceberam. 



Para quem curte criatividade, olha o que esse cara faz unindo traços perfeitos e fotografia. Ele interage com sua criação. Confira o trabalho de Bem Hieni- Pencil VS Câmera- http://benjaminheine.blogspot.com.br/

Espero que possamos compartilhar muito uns com os outros por aqui ;)

FBI quer monitorar redes sociais em tempo real

Lei obriga empresas a instalarem ferramenta para monitoramento.



O FBI (Polícia Federal dos EUA) anunciou, três meses antes de explodir o escândalo relacionado ao programa de monitoramento da Agência Nacional de Segurança Americana (NSA, na sigla em inglês) vazado pelo ex-técnico da CIA Edward Snowden , que planejava ampliar a espionagem do governo dos EUA via redes sociais.

Segundo o conselheiro-geral do órgão, Andrew Weissmann, uma das prioridades do FBI para este ano é aumentar sua capacidade de monitoramento de dados do Gmail, Google Voice e Dropbox. As revelações foram feitas em março em reportagem da revista Slate.

Segundo a Slate, durante uma conversa American Bar Association, em Washington, Weissmanm expôs alguns dos problemas mais urgentes de segurança nacional e de vigilância americanos. Segundo ele, o auge das redes sociais e de correio eletrônico dificulta cada vez mais controlar a informação transmitida por meio da internet.

O FBI pode interceptar cópias de emails arquivadas sob a Lei de Privacidade de Comunicações Eletrônicas. Apesar disso, disse a Slate, uma norma de 1994, a Lei de Assistência de Comunicações para o Policiamento, faculta ao governo obrigar os provedores de internet a permitir a instalação de ferramentas de vigilância , mas elas não cobrem em tempo real o conteúdo de correio eletrônicos, os serviços na nuvem ou as atividades dos provedores de voz e de mensagens como o Skype.

Google, por meio de declarações de seu porta-voz Chris Gaither, sugeriu já ser possível estabelecer o monitoramente ao vivo de comunicações em qualquer de seus serviços, embora em algumas circunstâncias. "A Lei de Assistência de Comunicações para o Policiamento não se aplica ao Gmail, mas um marco legal mais amplo e anterior chamado 'Wiretap Act' pode", disse.

É importante lembrar que o Gmail estabelece uma comunicação entre o computador do usuário e os servidores do Google pelo SSL e, para que o FBI intercepte essa comunicação, é necessário que a companhia proporcione acesso.
Weissmann afirmou que o FBI quer mais poder para exigir monitoramento em tempo real de todo tipo de comunicações eletrônicas, desde o Dropbox até Gmail e Google Voice, passando inclusive pelos jogos online ("a função do chat no Scrabble"). "Essas comunicações são utilizadas para conversas criminais", assegurou. A ideia do FBI é aumentar suas capacidades legais para poder obrigar de maneira mais efetiva os provedores de rede.


Notícia via: Jornale

Falha no Facebook revela existência de 'perfis-sombra', alerta empresa



A falha no Facebook que vazou informações de seis milhões de usuários aponta a existência de "perfis-sombra" na rede social. A empresa Packet Storm Security, que descobriu a falha, diz entender que o Facebook está criando "dossiês" de informações sobre pessoas, mesmo quando eles não cadastraram seus dados na rede social, ou mesmo que eles não sejam usuários do Facebook.

A polêmica está na função de "importar contatos". A função, que promete localizar amigos para que eles sejam adicionados ou convidados à rede social, estaria permitindo que o Facebook colete informações sobre pessoas.

De acordo com a Packet Storm, funciona da seguinte forma: se um usuário A tem em sua lista de contatos um número de telefone e um e-mail de um sujeito, e um usuário B tem o mesmo e-mail cadastrado e outro número de telefone da mesma pessoa, quando esses dois usuários importarem seus contatos no Facebook, a rede social cruzará os dados, montando um "perfil-sombra" desse contato, mesmo que ele não seja um usuário do Facebook.

Na função "baixe seus dados" do Facebook, onde havia a brecha, a rede social acidentalmente permitia o download completo desses "perfis-sombra", mesmo que o usuário do Facebook tivesse uma única informação sobre a pessoa e não as informações cadastradas pelos outros usuários e que foram cruzadas pela rede social.

A Packet Storm diz ter enviado uma série de perguntas ao Facebook sobre essa prática e que a posição da rede social é que essa informação pertence a quem enviou ela à rede social, e não aos indivíduos aos quais elas se referem.

"O Facebook reagiu ao incidente de uma maneira responsável para eliminar o vazamento. O que não está corrigido é a política deles. Eles continuarão mantendo dossiês com sua informação pessoal sem lhe dar qualquer controle sobre isso. Eles simplesmente dizem que os dados não são seus, mas dos seus amigos", diz a publicação da Packet Storm.

Notícia do G1

Mark Zuckerberg revela que privacidade foi o motivo do racha com o Google


Durante o evento de lançamento do motor de buscas do Facebook, o Graph Search, Mark Zuckerberg quebrou o protocolo e revelou o real motivo do racha entre Google e Facebook: a privacidade dos usuários. A falta de acordo entre as duas companhias fez com que a rede social fechasse negócio com a Microsoft para o uso de sua ferramenta de buscas, o Bing, em 2010. As informações são do The Guardian.
Zuckerberg afirmou que o Google não estava muito disposto a mudar algumas linhas do seu algoritmo de busca que permitissem que uma foto ou postagem removida pelo usuário do Facebook também fosse excluída do sistema de buscas, garantindo aos usuários mais privacidade e controle sobre o que publicam e o que removem de seus perfis.
“Estou tentando pensar se é sensato falar sobre isso”, afirmou o executivo quando lhe perguntaram sobre o caso Facebook-Google. “Creio que o principal seja que, quando um pessoa compartilha alguma coisa no Facebook, queremos dar a ela não só a capacidade de transmitir alguma coisa mas a de mudar suas definições de privacidade mais tarde e remover este conteúdo. Isso requer uma atualização incrivelmente rápida… Precisamos que o conteúdo desapareça imediatamente…É preciso infraestrutura que garanta essa capacidade, o que requer muita dedicação da parte do parceiro”.
Mark Zuckerberg durante evento de lançamento da Graph Search

Mark Zuckerberg afirmou que a Microsoft estava mais disposta a atender às solicitações do Facebook e que o sistema de buscas do Google funciona perfeitamente para eles e para os seus serviços. “O Google tem um sistema que funciona realmente bem para eles, sobre a forma pela qual tratam as informações em toda companhia, e acredito que o nosso sistema seja diferente nas maneiras pelas quais as pessoas compartilham informações e por querer lhes oferecer flexibilidade retroativa… esse foi o maior obstáculo”, explicou ele.
Especialistas afirmam que a situação revelada pelo fundador da rede social não está diretamente ligada ao lançamento da Graph Search, e sim de antigas disputas entre Facebook e Google quanto à propriedade intelectual de dados pessoais publicados em sites sociais e quando do lançamento do Google+. A gigante da Web, por sua vez, se recusa a comentar a informação e detalhes sobre o fim da parceria entre as duas companhias.

Fonte: CanalTechBr

Instagram perde usuários com as novas regras




A polêmica em torno das novas regras de privacidade e compartilhamento de fotos no Instagram acabou gerando um resultado nada positivo para o serviço. De acordo com informações do site AppData, a rede social perdeu 25% dos seus usuários ativos após implantar seus novos termos, mesmo após ter explicado o caso e se desculpado por possíveis más interpretações do texto.


Famoso por medir o tráfego de grandes sites, o AppData monitora esta frequência dos acessos ao Instagram constantemente, baseando-se na interação da rede social com a API do Facebook. Segundo os dados do rastreamento da página, o número de usuários únicos por dia no Instagram caiu de 16,4 milhões para 12,4 milhões entre os dias 17 - quando as mudanças nos termos do site foram anunciadas - e 27 de dezembro.

Agora, em 2013, o número de usuários diários da rede social de compartilhamento de fotos que se tornou mania nos dois últimos anos, segue em queda livre. Nesta quinta-feira (03/01), por exemplo, o AppData registra somente 10 milhões de usuários ativos. Ou seja, as justificativas da empresa - após as acusações de que a rede social iria vender as fotos de seus usuários - não agradaram muito os consumidores.

No entanto, o posto de aplicativo com mais usuários em geral do Facebook segue sendo ainda do Instagram, com 45 milhões de usuários. No geral, o app tem mais de 100 milhões de pessoas cadastradas, segundo declaração de Mark Zuckeberg, presidente do Facebook, que adquiriu o Instagram em 2012.

Notícia original retirada de: TechTudo, por Thiago Barros
Via App Data 

Facebook: novas formas de controlar sua privacidade chegam a rede social


Facebook anunciou nessa quarta-feira (12) uma série de mudanças que visam melhorar a usabilidade dos seus controles de privacidade. A rede social redesenhou seu registro de atividades e incluiu um processo de permissões com duas etapas. Além de outras alterações e melhorias na ferramenta de exclusão de fotos e um recurso para aprimorar a educação do usuário no site.




A rede social de Zuckerberg tem oferecido alguns dos controles de privacidade mais robustos da web. Mas por conta da sua grande abrangência, as ferramentas precisam aparecer de forma clara e intuitiva para seus bilhões de usuários. As novidades apresentadas hoje objetivam simplificar o sistema e proporcionar mais controle sobre o conteúdo compartilhado no site. Elas contam com uma linguagem mais simples, menos opções escondidas sob menus e procedimentos mais rápidos para acesso de informações na linha do tempo.
De acordo com o Facebook, as atualizações que irão acontecer ao longo das próximas semanas são:
Registro de Atividade
O Facebook redesenhou a ferramenta de registro de atividade, que foi introduzida juntamente com a linha do tempo no ano passado. Ela é uma seção localizada no perfi que exibe uma visão detalhada de cada ação de um usuário, seja no Facebook ou com aplicativos integrados à rede social. A partir de agora, os filtros são mostrados na coluna esquerda com mais destaque. Assim, os usuários poderão perceber mais claramente a existência dessa funcionalidade. Além disso, novas maneiras de classificar as informações foram adotadas, incluindo uma maneira de ver todas as fotos públicas nas quais o usuário foi marcado. Será mais fácil também apagar ou alterar a configuração de privacidade de uma publicação.
Permissões para Apps
Com as inúmeras opções de aplicativos integrados com o Facebook, o processo de permissão de apps é fundamental para segurança dos usuários. Foram relatados muitos casos de experiências negativas no que diz respeito a aplicativos e segurança da informação. O novo sistema de permissão separa a autorização entre “ler” e “escrever”. Isso significa que a partir de agora, o programa irá perguntar primeiro se pode acessar o perfil público do usuário – lista de amigos, endereço de e-mail ou qualquer outra informação adicional – para, caso seja aceito, enviar outra pergunta sobre permissão para publicar pelo usuário e fazer publicações em seu nome.
Anteriormente o processo era de autenticação única. Entretanto com as mudanças, os usuários podem aceitar que o aplicativo acesse as informações básicas deles e rejeitar o compartilhamento do que está sendo feito dentro do app.
Pedido e Ferramenta de remoção
O novo recurso permite que várias fotos sejam desmarcadas de uma vez e que pedidos de remoção de fotos sejam enviados para os amigos. Assim, caso haja alguma foto não-desejada, o usuário pode sutilmente pedir sua exclusão.
Atalhos de privacidade
Os atalhos criados servem para ajudar os usuários em três aspectos: “Quem pode ver minhas coisas?”, “Quem pode entrar em contato comigo?” e “Como posso impedir que alguém me incomode?”.
São seções na barra de ferramenta superior de fácil acesso que oferecem suporte em algum desses três casos. Anteriormente era preciso navegar por vários menus e seções diferentes para encontrar esse tipo de informação. A nova maneira busca ser menos sobrecarregada pelas configurações de privacidade da rede social.
Educação
O Facebook acrescentou mais informações e contextualizou os produtos para que os usuários se conscientizem sobre o que compartilham. Assim, fica mais fácil se proteger e adotar medidas certas para proteger sua privacidade.
Via: Gisele Goes para TechTudo | Via Insider Facebook

Facebook: búlgaro afirma ter comprado dados de mais de 1 milhão de usuários do Facebook

Compra teria custado apenas 5 dólares em site de vendas online.


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A maior rede social do mundo atualmente, o Facebook, está sendo alvo novamente de problemas de segurança de dados e privacidade, como tudo indica abaixo.

Bogomil Shopov, blogger búlgaro, informou em seu blog a compra em um site de vendas online, de uma base dados de 1 milhão de usuários do Facebook, por apenas 5 dólares.




“Acabei de comprar mais de 1 milhão de entradas de dados do Facebook!”,foi o que ele postou em seu blog ''Talk and Walk'' , onde Shopov relatou ao mundo a história da compra dos dados de usuários da rede social. A base de dados, que teria adquirido por cinco dólares, cerca de 4 euros, inclui nome completo, e-mail e URL do perfil do Facebook de mais de um milhão de utilizadores.

A informação presente na lista teria sido recolhida através de aplicativos do Facebook e, conforme garantiu o búlgaro, inclui usuários ativos da rede social, falantes de língua inglesa, sendo a maior parte dos Estados Unidos, Canadá e Europa.
Um dia depois da publicação desta informação no blog, Shopov recebeu um email da equipe responsável pela política de privacidade da  empresa co-fundada por Mark Zuckerberg, que pediu dados dela para que pudessem entrar em contato.
A conversa acabou por acontecer e mesmo tendo sido avisado de que a mesma deveria ser mantida sobre segredo, Shopov citou-a, na passada quinta-feira, no seu blog, local onde relata todo os dados do caso. “Gostaríamos que nos enviasse esse arquivo, que o elimine e nos diga se deu uma cópia do mesmo para alguém”, teriam sido algumas das palavras proferidas pelo funcionário da empresa que entrou em contato com ele, numa conversa que Shopov descreveu como “imperativa”.
Os dados foram enviados pelo búlgaro à rede social e segundo o que o mesmo conseguiu apurar, o Facebook estará procedendo uma investigação jurídica interna.

Fonte: PowerUser

Privacidade: Facebook admite que guarda fotos removidas por usuários


Facebook guardava fotos de usuários por até 3 anos
O Facebook admitiu que guarda fotos excluídas pelos usuários da rede social, embora esteja trabalhando para apagar os arquivos armazenados em seus servidores. De acordo com o site Ars Technica, o Facebook afirmou na última sexta-feira (3) que os servidores mais antigos ainda guardam fotos publicadas há cerca de três anos. Apenas as fotos excluídas instantes após a publicação não ficam nos servidores após a ação.
Em 2011, fotos da vida pessoal de Mark Zuckerberg cairam na rede, culpa de um erro de segurança  na privacidade da rede.
O fato de o Facebook armazenar informações depois que elas já foram apagadas já rendeu problemas à empresa. No final do ano passado, um estudante venceu o Facebook um processo sobre privacidade, após receber uma cópia com mais de 1.200 páginas de dados. Ele notou que informações que ele havia deletado anteriormente também estavam anexadas e moveu um processo contra o site.
Um porta-voz da rede social disse ao Ars Technica que o Facebook já está trabalhando para remover os backups da rede social. De acordo com o porta-voz, as fotos serão realmente apagadas dos servidores após 45 dias da sua exclusão da rede social, mas a nova política ainda não tem data para começar a valer.


Fonte: O dia online

Privacidade: você não tem isso no Facebook.





Parece que as configurações de privacidade da sua conta no Facebook não garantem tanta segurança assim no compartilhamento das suas informações. Pelo menos é isso que aponta um estudo publicado pelos pesquisadores do Pew Research Center, dos Estados Unidos.

Segundo o levantamento, a postagem de fotos e vídeos, quando compartilhada com os “Amigos dos amigos”, pode atingir uma média de 150 mil pessoas por meio desta rede de contatos dentro do Facebook.
O mais impressionante dessa pesquisa foi o fato de que em alguns casos houve um alcance máximo de mais de 7 milhões de usuários com alcance às informações de uma única conta.

Isso com certeza pode fazer qualquer pessoa rever a política de privacidade adotada no Facebook, uma vez que mesmo utilizando o compartilhamento com os "Amigos de amigos", há ali uma grande rede de contatos, cheia de pessoas desconhecidas vendo as suas informações.


Matéria Via [Tecmundo]


O fim da privacidade: FBI quer monitorar Twitter, Facebook, Google+ e outras redes sociais


O FBI (polícia federal americana) está de olho em você, usuário das redes sociais. Pelo menos é o que disse o site da revista "New Scientist" em notícia publicada nesta quarta-feira (25). A polícia estaria em busca de informações para monitorar e antecipar crises com base em palavras-chave relacionadas a terrorismo e crimes online, entre outras atividades vigiadas pelo FBI. 
Além de ser um indício das intenções de um governo - no caso, o americano - quanto a sua atuação nas redes sociais, a revelação da "New Scientist" ganha em importância justamente por expor posições que dificilmente são tratadas de forma aberta por órgãos públicos, em geral, independentemente do país. O documento completo, em inglês, pode ser lido no site Mashable.

A "New Scientist" ressalta que o FBI usa a expressão "publicamente disponível" ao falar sobre o conteúdo que busca, o que deixaria de fora posts e tweets fechados pelos usuários ou pelas próprias redes sociais. Mesmo assim, Jennifer Lynch, especialista em direito na internet ouvida pela New Scientist, diz que o desejo de monitorar tudo e todos pode ser mal visto pelos internautas. Por estarem conectados a amigos e seguidores, muitos se sentem livres para falar o que querem, sem muitas preocupações, diz ela. Mas o armazenamento desses dados por um período de tempo extenso acaba com essa privacidade, deixando em risco até mesmo a liberdade de expressão, afirma.
O Mashable lembra que não só o FBI está de olho no que anda sendo postado nas redes. Também neste mês, parlamentares americanos pediram ao Departamento de Segurança Nacional que acompanhasse mais de perto Twitter, Facebook, Google+ e outros sites do gênero.

[ Via O Globo ]
Todos os direitos reservados a O GLOBO

Lady Gaga teve contas no Twitter e Facebook hackeadas



Os perfis no Twitter e do Facebook da cantora americana Lady Gaga foram hackeados nesta segunda-feira, 19. Em ambas as redes sociais, os usuários mal intencionados postaram links para uma falsa promoção que faria com que os seguidores ganhassem iPads. As informações são da empresa de segurança Sophos.
(Fonte da imagem: Lady Gaga)

"O novo iPad da Lady Gaga será lançado em três dias! Nós estaremos sorteando iPads pelas próximas 72 horas a todos os fãs monstros. Inscreva-se e receba sua edição especial do iPad da Lady Gaga para os feriados de fim de ano. Para entender as regras do concurso e se cadastrar, visite o link abaixo", dizia a mensagem postada na fan page da cantora no Facebook.
No Twitter, foi postada uma mensagem parecida: “Monsters, eu estou dando iPads grátis em função do espírito de fim de ano. Acesse o link e ganhe um." Em ambos os perfis, após a remoção dos links maliciosos, a cantora postou que as mensagens eram falsas e admitiu que foi hackeada.


(Fonte da imagem: TechCrunch)
A empresa de segurança Sophos alertou os utilizadores para uma mensagem oriunda do perfil da cantora Lady Gaga, uma das celebridades com mais seguidores no Facebook, que teria sido colocada por cibercriminosos.

O link publicado no perfil remetia para uma edição especial do iPad da cantora, sendo que o link colocado redirecionava o utilizador para um site onde os utilizadores colocariam diversa informação pessoal.

Apesar da mensagem e do link terem ficado somente uma hora online, foram clicados por mais de 130 mil pessoas.
A Sophos refere ainda ter encontrado esquemas semelhantes com outras celebridades.

(Via Google+ e Rede Social Beta News)

Facebook: a rede por trás da rede.


Facebook, a rede social criada por Mark Zuckerberg em fevereiro de 2004, conta hoje com mais de 800 milhões de usuários espalhados pelo mundo.
Com grande aceitação recente no Brasil, a rede social conta cada vez mais com uma grande quantidade de usuários brasileiros.
Alvo de inúmeras acusações judiciais por infringir a segurança dos dados de seus usuários, bem como a privacidade dos mesmos, o Facebook será tema da matéria de hoje.

Você sabe o que o Facebook faz com os seus dados?
Acompanhe este artigo.
Nós vamos abrir seus olhos.
Você nunca mais verá a ''rede azul'' da mesma forma.

Facebook: a rede por trás da rede.
A rede social que rastreia seus usuários na web

Ele está de olho em você
Em novembro de 2011, o Facebook se envolveu em mais uma polêmica relacionada à privacidade de seus usuários. Funcionários da rede social de Mark Zuckerberg reconheceram que o site é capaz de rastrear os conteúdos visitados pelos membros da rede na web.

Segundo declarações recentes, o Facebook é capaz de criar um log de execução das páginas na web de cada um dos seus mais de 800 milhões de usuários, registrando todo o histórico de navegação dos últimos 90 dias. Além disso, sobretudo, registra as atividades daqueles que não são usuários do serviço, desde o momento em que o internauta visita uma página da rede.
Para rastrear o histórico de navegação de seus membros cadastrados, o Facebook utiliza uma tecnologia de rastreamento de cookies semelhante ao sistema utilizado por outras grandes empresas, como Google, Adobe, Microsoft e Yahoo. 


''Facebook errou em privacidade'', reconheceu Zuckerberg
Início de dezembro, 2011



O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, reconheceu que a rede social cometeu erros em relação à privacidade dos usuários nos últimos anos e anunciou que a empresa irá se adequar as regras impostas pelo governo dos Estados Unidos.

De acordo com uma acusação da FTC (Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos) de 2009, o Facebook enganou seus usuários ao vazar informações privadas. O termo de uso da rede social  garantia a privacidade dos dados.
Em um longo texto publicado no blog da empresa, Zuckerberg disse que é o  primeiro a reconhecer as falhas.

“Em particular, acho que cometemos um pequeno número de erros de alto alcance, como a implantação do Beacon (ferramenta que compartilhava informações pessoais com anunciantes) há quatro anos, e o modo como nós alteramos nossas configurações de privacidade dois anos atrás”, afimou ele.

Segundo a FTC, o Facebook terá de pedir autorização aos usuários sempre que desejar alterar seu modelo de compartilhamento e controles – isso se aplicaria para o novo modo Timeline e para a inserção do Ticker, caixa que exibe em tempo real as atividades do usuário. A empresa concordou com o termo.

“Quando eu construí a primeira versão do Facebook, em 2004, ninguém que eu conhecia desejava uma página privada na internet”, disse ele. Porém, afirmou que irá se esforçar para “transformar o Facebook” em líder de transparência e em controles de privacidade da web.

Para isso, Zuckerberg vai designar dois executivos para acompanharem as regras relativas à privacidade impostas pela FTC.

“Acredito que esse é um bom reconhecimento dos erros que eles cometeram. O mais importante é que evoluímos na discussão”, afirmou o presidente da FTC, Jon Leibowitz.

Eles tem os seus dados. Eles sabem tudo sobre sua vida

Como dito no inicio desse artigo, o Facebook hoje conta com mais de 800 milhões de usuários, sendo grande parte, ativa.

Pessoas, empresas, famílias, organizações, artistas, grupos. Todos compartilhando informações pessoais ou formais. Fotos, vídeos, mensagens rápidas, atualizações de status, de onde trabalham, do que estão fazendo, do que planejam fazer, de quando vão ao cinema. Tudo.

Você sabe o que acontece quando deseja apagar algo que postou mas não gostou? NADA. Nada acontece.

Mas como assim? Eu removi aquela atualização, como você pode dizer isso? Eu não a vejo mais em meu perfil, e nem meus amigos veem... Você pode estar pensando isso, e você tem razão, você apagou aquela mensagem, mas o Facebook não a excluiu ou removeu do seu banco de dados.

A rede, guarda todos os seus dados. Desde o momento da criação da sua conta, até nesse instante, agora. 

Todos os seus dados são guardados em categorias, que no total chegam a 57.

O estudante de direito de Viena, Max Schrems, é um usuário do Facebook.
Ele entrou com um processo contra a rede, após descobrir que a mesma armazenava todos os seus dados.

''Ual, são mais de 1200 páginas, nem a CIA possui tantas páginas sobre a vida de um cidadão comum'' argumentou Max.

Todo o material  que constava nos arquivos - histórico de chats, cutucadas, pedidos de amizade, posição religiosa, etc. - era classificado em 57 categorias que possibilitam facilmente a mineração de dados, descobrindo qualquer informação que se deseja; seja da vida pessoal, profissional, religiosa ou política, bastando apenas usar palavras chaves através de um recurso para localizar palavras específicas no documento. Além desse material, mesmo as mensagens, fotos e outros arquivos que ele havia deletado continuavam armazenados nos servidores do Facebook. 


''O que o Facebook faz é proibido, é ILEGAL'', diz Max. ''Eles não podem fazer isso com seus dados, se nos é perguntado se queremos realmente excluir aquilo, a informação deveria ser excluída, deveria sumir, e não apenas ser 'apagada' dos nossos perfis.'' Completa.


Acompanhe o vídeo abaixo, para assistir na integra sobre o processo que Max move contra a Rede Social Facebook.




Além da invasão de privacidade, o Facebook é acusado de vender dados de seus usuários

Em texto publicado no blog para Desenvolvedores , o Facebook admite que um corretor de dados tem pago a desenvolvedores de aplicativos para identificar informações de usuários da rede social.

A constatação é resultado de uma investigação feita pela equipe da rede social após denúncias de violação de privacidade feitas pelo jornal The Wall Street Journal em outubro. O mesmo texto informa também que uma suspensão de seis meses será aplicada a esses desenvolvedores que violaram as regras de conduta do Facebook. Mas não chegou a revelar quais são.

Alguns “apps”, os pequenos programas que permitem aos usuários jogar games ou compartilhar informações com os outros no site de redes sociais, estavam enviando os números de identificação de usuários Facebook para outras empresas ou vendendo esses dados, violando as políticas de privacidade do Facebook. A identificação pode ser usado para procurar um nome de usuário e outras informações disponíveis na rede social e vinculá-lo à sua utilização do aplicativo. Essa informação pode ser utilizada por empresas que constroem perfis de usuários da Internet, acompanhando suas atividades online.

No texto publicado no blog, a equipe do Facebook afirma manter uma política de  “tolerância zero”  com os brokers (ou  corretores de dados), uma vez que eles “põem em risco o que os usuários esperam do Facebook”.  “Essa violação da nossa política é algo que levamos a sério”, diz a equipe do Facebook.

E para garantir a privacidade de seus usuários, anuncia outras providências com relação ao ocorrido, além do uso de criptografia nas UIDs. “Nossa política sempre afirmou que os dados recebidos do Facebook, incluindo UIDs, não podem ser compartilhados com os corretores de dados e as empresas de publicidade ou redes de anúncios. Avançando, nossa política vai afirmar que as UIDs não podem deixar a sua aplicação ou infra-estrutura de código. Você pode utilizar os serviços, tais como a Akamai, da Amazon Web Services, desde que esses serviços de identificação só usem as IDs no aplicativo específico que as utilizam”.

A equipe da rede social lembra que também as redes de anúncios que operam na Facebook Platform já são obrigadas a assinar documento semelhante ao dos desenvolvedores de aplicativos com regas que regem o uso de dados. “Vamos exigir que estas redes de anúncios excluam qualquer UID do Facebook, independentemente de como foram obtidas, como condição prévia para continuar a veicular anúncios no Facebook Platform”, diz o texto publicado no blog.

O Facebook não conseguiu identificar o broker que estava comprando as IDs de usuário.


Esse artigo não se trata de um erro 404. Isso não é piada. 
Nós só temos a intenção de levar a informação até vocês.
Vocês tem o direito de saber.


Esperamos que vocês tenham recebido nosso aviso, e que entendam que não somos contra o Facebook, só queremos que nossa privacidade, que a sua privacidade, e que a privacidade de todos seja respeitada.

Mas o que vocês acham? Qual é a sua opinião sobre as bizarras notícias relacionadas ao Facebook?